terça-feira, Fevereiro 13, 2007

Quinta da Revolta, Tinta Francisca 2004

Vale pela curiosidade. Para mim, assim é. Elaborado, desenhado a partir de uma casta que raramente ou nunca aparece sozinha (acho eu). Estrutura débil, um pouco frágil. Repleto de tiques doces, onde as compotas e os licores eram presença constante e incomodativa. Quase que me atreveria a dizer: autêntica pastelaria em época de Natal (é capaz de ser um exagero). Impressiona no início, dado o impacto aromático com que se apresenta, mas depois cansa, chateia.
Nos sabores parecia que se colocava num patamar mais acima, mais interessante, mas sem se tornar num caso para mais tarde recordar ou repetir.
O álcool pareceu-me ter um papel demasiadamente importante, para o meu gosto. Nota Pessoal: 12,5

Post Scriptum: Vinho da responsabilidade da Sociedade Agrícola Valbom do Meio, Peso da Régua. Já agora que me encontro por estas bandas, lembrei-me do espectacular cabrito que todos os anos como no Varandas da Régua, sempre a olhar para o Rio.

4 comentários:

AJS disse...

Caro Pingus quando andar por estas bandas espero que diga alguma coisa, pois perto de S. Leonardo de Galafura, onde foi tirada essa fotografia, conheço um sitio onde o cabrito ainda é melhor que o do Varandas.AJS

Pingus Vinicus disse...

AJS não me vou esquecer. Descobri o Varandas por acaso, numa das minhas visitas regulares por essas bandas (é o lado transmontado a chamar-me).

Anónimo disse...

Isso é que é nota baseada no gosto pessoal.
Compreendo que não goste do vinho, mas daí a dar-lhe 12,5 é falta de bom senso...´

PV

Pingus Vinicus disse...

Caro anónimo estou completamente de acordo consigo. Bom senso é algo que muitas vezes não tenho. :)

Como deve ter reparado tudo o que escrevo (bem ou mal) é sustentado pelo meu gosto. Logo pouco vale.
Saudações Cordiais