quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Padrões, não científicos, da blogosfera, por TWA

Para ler e comentar sem rodeios, sem medo e sem pudor, aqui. Eu, parte integrante, concordo e assinei por baixo.

Continuo acreditar que é por dentro que as mudanças acontecem. É pela necessidade, ou não, que se renova a vida. É quebrando, chocalhando que colocamos a descoberto as diferenças, as mais variadas formas de ver o problema. Ataquem, disparem, ribombem!

16 comentários:

João de Carvalho disse...

Rui, o autor do texto perde toda a razão ao tornar-se também ele repetitivo nas ideias que anda a querer transmitir... acaba por isso também ele a cair no mesmo saco, não traz já nada de novo e tudo o que diz é sempre mais do mesmo...

PS: Deixem cada um ser feliz à sua maneira... cada um é como é.

j... disse...

passeio estremunhado?

espanhóis e brasileiros ajuizam, portugueses não?

criadores de enochatice provar vinhos?

tirar-mos as diferenças?

bloggues? ou blogs? ou blogues? (por exclusão de partes, acaba por ir lá)

Espanhóis e brasileiros?

exclamação! exclamação! exclamação! eu não digo, eu (ex)clamo! só exclamo! parece que ando sempre bêbedo, exaltado! (...)

bem, fazer um bom copo de cherneco não transforma um gajo num infowiz ;) é que aquilo.. aquilo foi escrito com os pés. lol..

e o homem tem mais blogues que os irmãos carvalho, desde sempre, os dois juntos..

até estava para comentar lá, mas já fechei a janela e não vale a pena voltar.

ah.. ya.. ainda andam na cena da chatice? porra, que seca. se calhar, andam todos a ler demasiado a rv. espairecer, amigos, espairecer!

fica uma ideia: vamos estudar a melhor combinação entre Porto e haxixe? já tenho resultados parciais, o potencial da coisa é quase glorioso e acho que todos nos íamos divertir um bocado grande.

bjus a todos/as

Pingus Vinicus disse...

Se fosse um fórum, nomeava o post do J..., como post do mês :)

Abraços a todos e continuemos a divertirmo-nos, porque eu acho que esta coisa tem que ter um pouco de pimenta, de piripiri, de bola para lá, bola para cá. ;)

Hugo Mendes disse...

O autor, pede-me que agradeça em seu nome ao iluminado J… pela clarividência da língua mãe! Ninguém tem o direito de escrever tão mal, mas, infelizmente, todos têm defeitos e parece que, no rol daquela alma perdida, esse é um dos seus mais profundos!
Tomou a liberdade de emendar as palavras, pois afirma (eu não acredito, mas pronto!) ser capaz de reconhecer o erro! E, por se tratar de património nacional (a língua, claro está!), sente que a vergonha de assumir e alterar é menor que o crime de permanecer!
Escreve de facto com os pés (com os dois dedos grandes), pois afirma serem os dedos mais próximos do cérebro que, se perdeu para local próximo dos membros supracitados. Talvez o facto de “encharcar a vela” todo o santo dia, tenha ajudado a soltar as amarras do dito órgão.
Numa ira desmesurada, afirmou-me que esse tal j… não sabe interpretar texto, ou então aproveita-se do facto dos seus congéneres não o saberem para deturpar a leitura de uma forma ridícula e parola! Saber escrever correctamente as palavras não significa que as perceba.
Afirma ainda que, não pediu discussão nenhuma (embora não a rejeite), pelo simples facto de não estar minimamente interessado com o futuro dos blogues (é assim?) Portugueses! Simples não é? Tratou-se de uma reflexão, baseada em factos reais (a interpretação pessoal das suas observações). O resto é fruto somente da inflamação costumeira de quem se esforça por não mudar, mas isso não é culpa nem responsabilidade sua, ou é?

j... disse...

ui, zangou-se..

estou a ver que a crítica bateu onde devia :)

escrevi isso tudo que diz, mas sem as implicações que insinua.

resumindo, que é possível: do que escreveu, a forma é horrível, e aí, de forma parola ou não, tê-lo-ei ajudado a melhorar um pouco.

pelo que até me devia estar grato, ou repare que, se eu não tivesse dito nada, a sua mensagem continuaria a fazer pior figura que o possível perante novos leitores.

quanto ao conteúdo, não há nada de novo para interpretar. é vazio, seco, é o choradinho dos enoblogues, aquilo que alguém de dois em dois meses se lembra de chamar de novo à discussão, ou porque os blogues não crescem, ou porque não chegam a quem deviam, ou porque os autores nunca mais conseguem viver deles, por mais que queiram, ou porque são chatos, epá, sempre a mesma coisa. e os remédios para a maleita? a cena dos enoblogues @pt parece um sifilítico em 1920: um médico diz sol e flores, outro receita-lhe salvarsan, outro ainda adianta que, sem uma boa febre de malária, a coisa não vai ao sítio - e o pobre lá continua deitado a pensar que é o imperador da china...

a peça não só carece de valor pela ausência de novidade como por apenas apresentar meia dúzia de conclusões estritamente pessoais e, sem dúvida, precipitadas.

e se não é como digo, onde está o fundamento do estudo? qual é a ideia, afinal? onde está explicado o método? qual é a amostra? houve grupo de controle? e qual é a conclusão, mesmo?

a conclusão tem sido bem aceite?

nah, nada. só opinião pessoal, apresentada como se de alguma forma de "lei" se tratasse - eis um dos maiores perigos da linguagem inflamada.

não digo que não tenha o direito de partilhar a sua opinião, claro que tem, todos temos, e é por isso que lhe digo que, na minha humilde opinião, aquilo é, enfim, o que comentei e que, infelizmente, lhe foi dada demasiada visibilidade, posto aquilo que realmente vale.

Hugo Mendes disse...

j… há vários erros na tua interpretação, começo sinceramente com a impressão de que não sabes sacar conteúdo à forma (mesmo que deficiente, é aceito!).
1º: não me zanguei, nem agora nem quando escrevi aquilo! Escrevo como falo, com humor e ironia. Não vale a pena estar aqui ou em qualquer outro lado se não for a rir! Com o tempo vou-me afastando do demasiado formal e sisudo! Por isso, já vês, não está a bater em ponto nenhum, pois não há ponto nenhum para bater!
2º: e eu agradeci, ou não? E até acho que no meio da ironia fui muito sincero nisso! Queres que faça uma declaração pública, ou preferes que te envie uma garrafa do dito charneco com um cartãozinho perfumado? Unnn! Pensando bem é melhor não, pois agora fica mais difícil gostares do dito!
O conteúdo não tinha pretensões de acrescentar nada de novo e no mais, se o releres, com calma, verás que não é mais que um pensar alto. Só! Isso refuta muitas das perguntas que fazes, sobre fundamentos do estudo e demais legitimidades, conclusões… enfim! É ler com olhos e tentar perceber as palavras! Só!
A haver leituras de entrelinhas é somente a demarcação clara da associação a esse PWB que referes e que sai também pelos motivos que apontas.
4º: tu e os outros têm de aprender uma coisa. Se tens um espaço público e o queres aberto a toda a gente, todos, inclusivamente a minha pessoa (já te explico essa coisa do eu) temos o direito de os frequentar, de os consumir e como tal reclamar do que nos dás a consumir (tenta generalizar o que disse).
Foi meramente isso que fiz! Reclamei do que me dão a consumir! Assim como também tu o fizeste em relação ao meu espaço. Não achei que o tenhas feito da melhor forma, pois fiquei com a ideia de uma tentativa clara, e infelizmente comum por cá, de ridicularizar o emissor a fim de tirar qualquer peso à mensagem (confesso que é a único coisa que normalmente me leva a por em bicos dos pés). Mas estás no teu direito!
5º: o eu, aparece muitas vezes nos meus discursos e rabiscos. É a forma (aceito que hajam outras muito melhores!) de me responsabilizar por tudo o que digo e ainda, demonstrar que o que escrevo naquele momento vem somente de mim. Da minha opinião. Da minha reflexão. Da minha visão. Entendo assim, que obriga quem lê a não o comer como verdade ou constatação científica. A integra-lo naquilo que são nas suas próprias convicções e, no limite, obrigar à pesquisa. Porque não.
Não sei se serei bem sucedido nessa ideia ou não (pelos vistos não) mas até encontrar uma forma melhor continuarei a utilizar o eu.

Pingus Vinicus disse...

J... e Hugo, ambos conseguiram, com muito gosto, fazer uma coisa que aprecio: Interactividade, trocar "mimos" bem temperados e colocar a malta a ler. Quem está contra? Eu não estou!

Um forte abraço e desde já ofereço o Pingas no Copo para a continuação da conversa.

PS- Vocês nem imaginam a seca que é ter isto sem qualquer comentário. Irrita-me!

j... disse...

r/1 - interpretar = tomar o sentido. ler entrelinhas é seguro, adivinhá-las é perigoso. prefiro o caminho seguro, mesmo que isso me possa fazer parecer limitado. deformação profissional, talvez. ;)

r/2 - "Pensando bem é melhor não, pois agora fica mais difícil gostares do dito!"

é melhor não, de facto, dado que nunca houve essa iniciativa antes nem foi algo que tenha solicitado, não é o meu estilo :) mas não me ajuízes precipitadamente: já gostava e, se se mantiver bom, o que sinceramente espero, continuarei a gostar. devias ficar contente: é o que mais fazes, o que melhor fazes, e fazes mesmo bem.

r/3 - presumir perceber a intenção com base apenas na forma - "ridicularizar o emissor para tirar peso à mensagem" - nem sempre é correcto. porque depende da forma, imperfeita. uma frase não é uma equação. neste caso não foi correcto presumir que estivesse a fazer um juízo de carácter apenas com base na forma. fomos os dois cáusticos, mas, penso, sem intenção de insultar. ridicularizar a mensagem porque ela, se apresenta, conforme o receptor a tomou, como ridícula é ser objectivo, e como tal pode até acontecer "porque sim".

"não é mais que um pensar alto" - foi o que disse, lamentando, ao mesmo tempo, o tom exaltado, que engana (ou não).

ou achas que vim, nervosinho, tentar bater no teu post só porque ataca a santa madre igreja dos enoblogues portugueses?

um passo adiante: têm-se notado tentativas de mudança em muitos dos visados. em alguns casos, isso traduziu-se num aumento de qualidade que é fácil de ver - este blogue é exemplo disso. outros, se calhar, nem deviam tentar tanto.

João de Carvalho disse...

Hugo, e tu inovaste ou melhoraste em que aspecto ? Sais de um grupo para formares um teu em que acabas exactamente por fazer a mesma coisa, brilhante... a não se que o teu objectivo fosse o querer ter público... curioso ou não, quem mais fala no teu grupo são aqueles a quem viraste as costas. Tu continuas a dizer as mesmas coisas, uma e outra vez, seja no PWB seja no outro lado... não passa disso.

J. my friend, if you got the salvation, qual Garbage on tape, ficas invited para vires administrar a dita, o curandeiro da Murta não resultou.

Pingus Vinicus disse...

J... disse "um passo adiante: têm-se notado tentativas de mudança em muitos dos visados. em alguns casos, isso traduziu-se num aumento de qualidade que é fácil de ver - este blogue é exemplo disso. outros, se calhar, nem deviam tentar tanto"

Olhando para o meu umbigo, a questão vai para além da simples evolução. É uma questão de prazer e a repetição está/estava a matar-me.

Hugo Mendes disse...

João! Começo a ficar com sérias dúvidas de que não enlouqueceste!
Bom ou mau, isso não interessa agora, se alguém te ler um post do meu blog tu não consegues saber de quem é? Achas que é porque se parece com alguma coisa que anda para aí? Porque bato na tecla de temas repetidos? Porque me limito a fazer à minha maneira aquilo que todos fazem?
O meu grupo, como lhe apelidas, só se assemelha ao que sai no ponto em ambos se encontrarem na mesma plataforma. Se nem a diferença és capaz de encontrar, então não adianta continuar com isto! Tu estás cego (isto para não ser antipático!).
E não sai de um para criar o outro! O outro já existia e era movimentado quando sai, e, como uma qualquer criança de 10 anos conseguiria perceber, uma coisa jamais toca na outra!
Quando tirares os olhos do umbigo vais descobrir um brave new world! Espero que o faças em breve!

Hugo Mendes disse...

j…
penso que nos entendemos!
Deixa-me só por graça comentar isto:
“ou achas que vim, nervosinho, tentar bater no teu post só porque ataca a santa madre igreja dos enoblogues portugueses?”
Sei que alguns são capazes de o fazer, mas como são tão poucos, parto, por defeito, sempre do princípio que cada um vem em defesa do seu lindo e adornado umbigo! Em protecção da sua frágil credibilidade que ainda assim lhes vai alimentando um filão de amostras para provar.
A achar alguma coisa, seria mais para aqui!
“um passo adiante: têm-se notado tentativas de mudança em muitos dos visados. em alguns casos, isso traduziu-se num aumento de qualidade que é fácil de ver - este blogue é exemplo disso. outros, se calhar, nem deviam tentar tanto”
Sim, o autor deste blogue é testemunho de que já algumas vezes o interpelei nesse sentido, e inclusivamente já tive oportunidade de lhe confidenciar alguns dos nomes que sei noto ou sei estarem a fazer um esforço positivo para chegarem á profissionalização, mas, trabalhando, e muito em um ou dois casos!
Resta-me apenas, demarcar, mais uma vez o meu papel de um tipo que escreve umas coisas num blogue e o meu papel profissional. Não é justo para com a empresa que me paga o salário poder ver o seu nome associado àquilo que faço e digo em meu nome! Seria como chamar constantemente para a conversa os vossos patrões e actividades profissionais. No meu caso tem a agravante de ser no mesmo meio, o que, no limite poderia trazer prejuízo á sua imagem.

Pedro Sousa P.T. disse...

Amigo Pingus, sei que gostas muito desta troca de ideias nas respostas aos teus posts, e aliás como tu dizes: " Vocês nem imaginam a seca que é ter isto sem qualquer comentário. Irrita-me!" Mas isto já ronda o exagero, os comentários são tão longos, que ficamos cansados e tornão-se a tal "seca". Façam por exemplo como o João Pedro, sucintos e directos.

Abraço.

João de Carvalho disse...

Hugo, depois de tanto palavreado da tua parte, uma e outra vez acabas por não trazer nada de novo à conversa. Novamente te digo, falhaste redondamente naquela que era a tua mais valia para com os enoblogs nacionais, o factor pedagógico que tu como enólogo possuis. É o facto de tu poderes transmitir o tal conhecimento que iria enriquecer os blogs, levar os mesmos à tal mudança, segundo as tuas palavras fazer com que mostrassem mais conhecimentos, mais eclécticos... mas o que aconteceu ?

Tu sim, apenas te limitaste a olhar para o teu umbigo e viraste as costas a todos aqueles que passas o tempo a apontar o dedo, os mesmos que esperavam essa pequena contribuição da tua parte. De tanto apontares o dedo, esqueceste que tu próprio eras uma pequena parte da solução...

O que me leva a questionar... será que os blog de vinho em Portugal só passam a ser interessantes e porreiros quando se inscreverem no tal curso que estás a pensar dar ? Pensando melhor até vem mesmo a calhar, primeiro dizes que precisam de evoluir e depois andem cá que dou um cursinho e passam de chatos a gajos porreiros... não é mal pensado, mas eu até tenho uns amigos enólogos que me dão umas explicações de borla.

Sinceramente no resumo de tudo isto és tu que te tornas repetitivo e chato, as vezes que abordas este tema é prova disso mesmo, portanto Hugo... já chega, o pessoal já entendeu o teu ponto de vista, é chover no molhado, deixa cada um ser feliz à sua maneira. Quanto a ti é no vinho que deves mostrar aquilo que realmente sabes fazer e muito bem feito... é que aqui nos blogs não tens hipóteses. Há muita malta melhor que tu, e eu sou um deles.

PS: Pedro desculpa lá o alongamento... :)

Hugo Mendes disse...

João!
confirmo... estás louco! perdeste toda e qualoquer noção da realidade!
e entraste numa espiral de teoria da conspiração e persegução que só te levará a um sítio!
não vou continuar com isto! adeua!

Pingus Vinicus disse...

Proponho, como anfitrião, uma peleja!
Um encontro, com padrinhos a escolher por ambas as partes, num local aceite por todos. Objectivo: discutir face a face todas as diferenças que existem na Blogosfera! QUEM ESTÁ INTERESSADO?