sábado, Junho 04, 2011

PANNONHALMI APÁTSÁGI

Os nomes são impronunciáveis. Vêm da Hungria e são, basicamente, vinhos que não conheço. Não sei quem são, para o caso pouco importa, logo não farei qualquer tratado de explicação. Para os interessados, vasculhem aqui. O sítio tem muita, e boa, informação, permitindo ao visitante virtual ter uma ideia geral do local, da história, do produtor. Parece-me que está lá quase tudo.

No entanto o que releva, para o momento, é partilhar, com eventuais, interessados os dois vinhos magiares que proporcionaram bons momentos de enofilia. O valor pecuniário, mais uma vez ficou esquecido, apagado da memória. Sei, julgo, que são/vão ser vendidos em Portugal a preços muito competitivos, permitindo, deste modo, que o enófilo PT tome contacto com eles. 

Finda a reza introdutória, pouco mais há para dizer. O Hemina, um branco da colheita 2008 que se mostrou desenvolto, vegetal e frutado, melado e seco, conseguindo cambiar diversas sensações, e estados, de forma pausada e nada abrupta, revelando ser, acima de tudo, um vinho equilibrado e interessante. 


O tinto, também da colheita de 2008, é um puro Pinot Noir. Cor, aromas e sabores a respeitarem todos os trâmites que desejamos ver cumpridos com esta casta. Não serve, portanto, p´ra quem gosta de ser esmagado pela força da fruta e pela imponência da madeira.
E assim foi.

3 comentários:

Miguel Pereira disse...

Santinho! Saúde!

Estás "apanhado" ou é alergia?

Abraço

Pingus Vinicus disse...

LOLOLO

Abraço

J Pires/C Soares disse...

Curiosos com o Br!

Excelente blog, by the way!

Boas provas

http://wineofus.blogspot.com/