terça-feira, maio 08, 2012

Pingus Vinicus in Wine Pulse Podcast

Uma conversa ligeira, franca, sustentada com argumentos carregados de infantilidade (minha) e por conseguinte facilmente desmontados. É a imagem de um personagem, myself, contraditório e sem certezas.


Espero que a referida conversação não tolha a credibilidade do promissor Projecto do Ricardo. Obrigado.

7 comentários:

Ricardo disse...

Queria deixar aqui o meu muito obrigado pela participação do Rui neste projecto. Estou certo que apenas irá contribuir para a credibilização do projecto.

Grande Abraço,
Ricardo

Pingus Vinicus disse...

Ricardo, mais uma vez Obrigado.

Abraço forte

airdiogo disse...

Dos 3 episódios até agora conhecidos este foi o que mais gostei. Um discurso fluido e interessante.

Sinto que fiquei a conhecer mais um pouco o Pingus Vinicus e o homem por detrás do "mito".

PS - sabendo agora que só tens 41 anos a desculpa do já não tenho idade para ir para as provas deixou de pegar. :)

Constantino Ramos disse...

Tornei-me recentemente leitor assíduo do seu blog e gostaria-lhe de lhe dar os parabéns pelo blog e pela sua maneira de encarar a temática. Não concordando sempre com as suas opiniões, respeito imenso a sua postura e "estilo literário" :)

Pingus Vinicus disse...

Constatino Ramos, obrigado pela sinceridade das suas palavras.

Como deve perceber, não procuro consensualidade, mas antes a discussão, a afronta (no bom sentido). :)

Um abraço

Constantino Ramos disse...

Acabei de ouvir a sua entrevista e existe um ponto o qual não estou de acordo. Relativamente aos vinhos internacionais e sua divulgação nos blogs nacionais ou não, ainda que concordando plenamente que um blog nacional deverá ser um veículo e uma montra dos bons vinhos portugueses que existem no mercado julgo ser de fulcral importância uma prova sistemática de vinhos internacionais e suas castas. Num mundo onde a marca Portugal é ainda diminuta para não dizer inexistente, acho primordial o enófilo português começar por conhecer o que é um Pinot Noir da Borgonha, um Cabernet Sauvignon ou Merlot de Bordéus, um Syrah do Ródano, etc etc etc. Se queremos contribuir para a expansão e divulgação do vinho português temos de perceber como é que ele se posiciona no panorama mundial, para assim camuflar as suas fraquezas e potenciar os seus trunfos. Assim, é minha opinião que sempre que possível todos os blogers que fazem notas de prova deverão publicar sobre vinhos internacionais (tanto do velho como do novo mundo) para que os restantes leitores possam entender onde é que estes se diferenciam dos "nossos" vinhos.

Como poderemos ser bons markeeters da marca vinhos de Portugal se não os conseguimos enquadrar no panorama vínico mundial?

Pingus Vinicus disse...

Estimado, Constantino, percebo a sua posição e concordo, isto é o enófilo português deve se possível conhecer outras realidades, mas o meu enfoque situava-se na divulgação de vinho português vs na divulgação do vinho estrangeiro.
Mas pergunto, se o blog deverá ser um instrumento de esclarecimento, de ?formação? do consumidor, qual o interesse em falar, em aconselhar produtos que não estão ao acesso do mortal comum? ;)

Um abraço e obrigado pela sua intervenção