segunda-feira, dezembro 30, 2013

Quinta de San Joanne: Superior 2009

É isso mesmo que vocês estão a ver: duas garrafas que foram bebidas até às altas horas de um dia qualquer de Dezembro. Cumpriram perfeitamente o seu destino, sem qualquer esforço, sem qualquer angústia e sem qualquer desvio.




Acompanharam o inicio, o entremeio e o desenlace. Ouviram conversas mais ou menos insuspeitas, mais ou menos proibidas, mais ou menos conspirativas. Maridaram, porque também é sua função, com comida. Posto isto, o que queremos mais? Mais vinho, porque duas garrafas desaparecem num ápice.

quinta-feira, dezembro 26, 2013

Burmester Colheita 2003: Não Vale...

Não sei. Poderei estar errado, mas é quase impossível, se não mesmo impossível, beber um vinho desta categoria a preços, vá lá, razoáveis e que consigam, dentro do admissível, oferecer, proporcionar algum prazer a um tipo, seja ele qual for


A experiência, a minha, tem-me dito que é preciso gastar uma pipa de massa para beber um bom vinho. Um vinho que mereça ficar registado e memorizado.


Geralmente estes vinhos, como o caso que ilustra a prelecção pós-natalícia de hoje, são, para não usar outras palavras menos abonatórias, péssimas compras. Não valem os euros que pedem por eles. Roçam ou fazem lembrar, não sei bem, aqueles tawnies de volume que facilmente se compram numa quelha qualquer. A sorte é que há sempre alguém que os bebe. Eu não.

sexta-feira, dezembro 20, 2013

Advise by Jorge: Quinta de Baixo

Num época em que estamos (todos) sem graça, sem qualquer piada, sem qualquer interesse e chatos que nem raios, apetece entrar em diálogo com um blogger. Coisa rara, porque blogger sério e distinto não gosta de coisas destas. 


O vinho que ilustra a homilia de hoje ou de amanhã, ainda não decidi a data da publicação, foi comprado, então, por que alguém, durante dias a fio, azucrinou-me a cabeça, enaltecendo as suas virtudes, as suas qualidades, a sua gulodice. E tudo por menos de quatro euros. Tínhamos, portanto, o enredo montado.


E em dia que apenas apetecia esvaziar, beber copo atrás de copo, deixar de pensar, comer comida prozaica, abriu-se o dito vinho. Abriu-se e bebeu-se literalmente. E só quase no fim de tudo, se reparou que havia uma medalha de recomendação.



Oriundo da Quinta que agora pertence ao universo Niepoort e onde estão guardados os novos projectos da Bairrada e do Dão, este vinho cumpre perfeitamente o desiderato: Bebe-se muito bem, sem que se fique farto dele. Deve-se dizer mal? Claro que não. Por isso, Jorge, valeu a dica.

quarta-feira, dezembro 18, 2013

Terras do Demo

Vem, segundo a tradição, das terras que eram do Demo. É, portanto, um enorme cartão de visita: um espumante que vem das Terras do Demo. Só o nome dissilábico Demo é o suficiente para alguém, como eu, dar nota bem mais elevada (se as desse). Como não dou notas, menções, classificações ou graduações, cinjo-me apenas acto de, se gostar, beber até restar apenas memória do vinho e a aludir ao facto.



E, perdoem-me os festeiros, longe vão os tempos em que espumante era sinónimo de bolo de aniversário, de comemoração qualquer. No caso particular, o meu, bebi-o porque não tinha nada para comemorar. Foi, portanto, uma não comemoração

domingo, dezembro 15, 2013

Mais do mesmo...

Quando o assunto se esgota, não se diz nada. E vale mais estar calado do que massacrar o povo com o mesmo de sempre. E porque me chateia, dizer o que os outros dizem, fazer o que os outros fazem, repetir exaustivamente coisa nenhuma, hoje, por causa das teimas, não vou dizer nada. 


Passei as vistas pelos diversos escaparates e não houve nenhum que me acordasse deste amorfismo em que estou enfiado. Tudo igual, semelhante, usual e sem qualquer rasgo de genialidade. Diz-se que é mais do mesmo.   

quinta-feira, dezembro 12, 2013

Maria João

Um vinho em que o nome se deve à esposa de Joaquim Coimbra: Maria João Almiro. Feito o esclarecimento e porque, como devem ter reparado, a paciência anda curta, resta-me de uma assentada e de forma directa, linear e sem qualquer rococó, dizer-vos que tinha muita expectativa em beber este vinho. Tinha, porque os comentários que circulavam pelo meio eram muito abonatórios, porque espicaçavam a curiosidade. A minha. 


E durou pouco tempo, nas minhas mãos, a garrafa fechada. Em poucas horas, matou-se o desejo. 


E? Vinho muito fresco. Vinho do Dão com carácter, com um perfil bastante gastronómico, que parece quase não ter fruta. Vinho que vai aguentar uma boa porrada de anos em cima dos ombros, sem decair. Um vinho que cumpre o desiderato de quem pretende vinhos assim. E influenciado, ou não, pouco importa para o caso, afirmo que gostei francamente dele. Ponto.

Post Scriptum: O Vinho foi oferecido pelo Produtor.

segunda-feira, dezembro 09, 2013

Estou certo! Tu estás errado!

Este post serve como tantos outros, apenas, para encher o dia e dizer qualquer coisa, mesmo que esta qualquer coisa seja uma bacorada. É o que é. E não é, assumidamente, metralha para todos os lados e mais alguns. Se pelo meio, houver danos colaterais, o intuito não era esse. Aliás, não existe qualquer sentido no que vou dizer. Enquadrem no leque das baboseiras.


É uma Verdade de La Palisse quando todos nós, e sem excepção, consideram que têm mais razão que todos os outros. Costuma-se dizer que: eu é que sei e tu estás completamente errado, e porque sei que a razão ou a verdade é algo que (me) começa a falhar, fico ainda mais incomodado, mais indisposto com a defesa desta Verdade.

sábado, dezembro 07, 2013

São Domingos: Garrafeira Dão

Poderá parecer-vos soberba, arrogância, altivez, o que vocês acharem mais adequado à ocasião, mas já lá vai o tempo das meias palavras e do ai e tal. É ou não é. É facto público que me irrita a constante delicadeza de palavras,  de opinião, que acontece nesta realidade onde todos convivemos. Mas adiante, que é tema saturado e não apetece repisar chão pisado.




Tudo isto para dizer que são raros os momentos em que provo um vinho e fico verdadeiramente surpreendido (é isso mesmo). E, por isso, tenho que dizer, sem qualquer vergonha, medo ou receio ou cuidado de linguagem, que fiquei de queixo caído com este Garrafeira. Um vinho com uma ligeireza estonteante, bem focado, com uma simplicidade que parece ser, infelizmente, facto raro. Um vinho que, perdoem-me a insistência, se consome sem consumir a paciência.

quarta-feira, dezembro 04, 2013

Conde: de Santar

Sobre as arquitecturas de modelos políticos, devo dizer que não sou, em tese, monárquico. Não sou, porque não sei o que é, nem consigo espetar aqui neste tablóide um articulado que sustente o regresso ao passado.


Mas na verdade, fruto da realidade em que se vive, não consigo, também, escarrapachar aqui um contra ponto que defenda esta República miserável e execrável. 


A ideia que fica, passados mais de cem anos desde a implementação da promiscua República, é que apenas mudaram os actores e nem todos. O resto manteve-se inalterado e assim ficará até ad eternum.


Mas chegados ao fim de mais uma epístola, devem estar desiludidos e impacientes os indefectíveis adeptos daquele palavreado que descrimina aspectos e (falsas) virtudes de um vinho. Pois bem, e porque vai longe a minha paciência para tais coisas, devo-vos dizer que tomara (eu) ter mais vinho igual a este. 

segunda-feira, dezembro 02, 2013

Quinta dos Carvalhais: Encruzado

Certos acontecimentos despontam recordações que há muito estão adormecidas. Foi com a Quinta dos Carvalhais, e por causa do que António José Salvador dizia, que provei, vejam lá, no início deste século, o primeiro Encruzado do Dão. Foi por essa altura, início de século, que também bebi, esqueçam o verbo provar, o primeiro Touriga Nacional. Também da Quinta dos Carvalhais.



E não querendo ser maçador, nem trauliteiro ou botar prosa encartada e por que as palavras, ao fim de alguns anos, começam a falhar, tornando-se corriqueiras, devo dizer-vos, no entanto, que há vinhos que são incontornáveis. Este é um deles. Ponto.



A Quinta dos Carvalhais colocava na altura, e a par de outra meia dúzia de produtores, sobre os ombros das suas garrafas  a ideia e a vontade que o Dão queria e iria dar a volta, regressando do Purgatório

quinta-feira, novembro 28, 2013

1982

Em 1982 andava pelo segundo ano do ciclo preparatório. Na altura era assim que se chamava ao actual sexto ano, curiosamente o ano que frequenta, agora, a minha filha mais velha. São, vejam bem, trinta e um anos de diferença. Uma vida, uma distância tão longa que já perdi a conta. E nessa altura, sabia lá o que eram trinta e um anos de vida. Era uma medida absurdamente grande, difícil de quantificar. Ainda só tinha doze anos.


Puxei pela mona, pela memória, tentando procurar nos meandros desta estranha e enviesada cabeça, alguma coisa com significado, mas não consegui. Não terá acontecido nada? Terei limpo, apagado qualquer recordação?  


Terá sido aquele ano de mil, novecentos e oitenta e dois um hiato? Terão sido doze meses sem qualquer coisa para recordar, sei lá, para contar?


Preocupa-me, assusta-me, que não consiga rebuscar qualquer passagem, qualquer momento que diga: aconteceu desta maneira! Não consigo. Restou-me, por isso, beber até à última gota. Restou-me, apenas isso.

domingo, novembro 24, 2013

O Pingus gostou destes: Os eleitos de 2013

A ladainha do costume, logo nada de novo: blábláblá.
Este ano, porque não tinha vinhos em quantidade suficiente, demorei mais tempo a publicar. E lista que se preze tem que ter uma boa carrada deles e deve ser apresentada de forma pomposa.
Mas baralhando e dando, repetindo e repisando, é mais uma selecção de vinhos que partilho com a i-enofilia. Como sempre, e para não destoar, sua escolha assenta em aspectos obscuros, tendenciosos e amplamente emocionais. Não há, portanto, critérios. Foram, e nem podia deixar de  ser, os melhores, em determinada ocasião, sendo que algumas vezes sem qualquer justificação justificável. O resto, como devem perceber, são assuntos sem importância. Eu gostei destes e vocês gostarão de outros. Constatação normal na vida de homens e mulheres.


E sobre o que está em causa, também para não destoar, e se voltasse a beber, a minha opinião poderia ser, quase na certa. Tal como no passado, cada vinho tem um link para o respectivo texto. Posto isto, sirvam-se, abusem e critiquem.

Vinho Verde
João Portugal Ramos Alvarinho 2012
Momento Ousado Alvarinho 2011

Douro/Porto
Casa Ferreirinha Reserva 1997
Barca Velha 2004
Guru 2011
Warre's LBV 1992

Bairrada/Beiras
Quinta do Poço do Lobo 1995
Utopia 2003

Dão
António Madeira Vinhas Velhas 2011
Flor das Maias 2005
Lagar de Darei Reserva 2007
Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador Branco 2011
Pedra Cancela Signatura 2010
Quinta da Fata Reserva 2004 (Magnum)
Quinta da Pellada Estágio Prolongado 2000
Quinta do Perdigão Encruzado 2011
Quinta do Perdigão Encruzado 2012
Quinta dos Carvalhais Touriga Nacional 1994
Vinha Othon 2006
Villa Oliveira Encruzado 2011

Península de Setúbal
António Saramago Reserva 2009
Hexagon 2008

Alentejo
José de Sousa Mayor 2009
Vila Santa Reserva Branco 2012

Moscatel de Setúbal
Moscatel de Setúbal Superior 1975

Madeira
Blandy Verdelho 1977

Está, assim, apresentada a grande, e única, lista de vinhos (para mim). Qualquer comparação é despropositada, dada a magnitude daquilo que apresento. E, tal como em outras selecções, continuam a não ser tidos e nem achados outros vinhos que eventualmente bebi ou vocês beberam. Não teria, como sempre, qualquer sentido mencionar nomes que não foram falados no Pingas no Copo.

sábado, novembro 23, 2013

Casa Cadaval: Pinot Noir 1996

Contribuindo para a diminuição das visitas (estão pela rua da amargura), do interesse, do enfoque, encerro hoje a série de fotos. Todas elas, como podem ter reparado, possuem a mesma tonalidade, as mesmas cores, o mesmo brilho, a mesma qualidade. São, por isso, momentos de um momento específico. 


Além do mais, são post ilustrados com vinhos que pouco dizem, ou nada, aos trauliteiros que empastam as redes com prosaicas afirmações, que por vezes não são mais que conjugações despidas de interesse, de emoção, de tudo e de tudo


Este Pinot Noir está, perdoem-me o arrojo, no leque de vinhos que ensinaram (me) a olhar para o mundo de maneira diferente. Não foi preciso andar a vasculhar mundos e fundos para armar-me. Um vinho que estava (e está) aqui à mão de semear.


Pois então, e por isso, devo dizer, parecia mal o contrário, que gostei do vinho. Não estariam à espera, por certo, que dissesse outra coisa. Logo, e só para encerrar, peço-vos que tentem beber este vinho. Julgo que irão gostar.

quarta-feira, novembro 20, 2013

Noval: LBV 1996

Não falo muito sobre Vinhos do Porto e vocês sabem disso. Mas não falo sobre Vinhos do Porto, porque não faço ideia o que dizer, o que descrever. É dos actos mais bacocos, estranhos e forçados que faço. Mas na verdade, e vocês também sabem disso, não falo sobre quase nada ou falo sobre quase tudo e nada.




Tenho que admitir que admiro quem consegue adivinhar anos, estilos, produtores e quintas com uma precisão milimétrica. Quando assisto a tamanha prova de sabedoria, fico-me, apenas, pelos comentários mais prosaicos que podem existir: gosto muito, gosto ou gosto assim a assim. Neste caso, devo dizer que gostei (quase muito).

segunda-feira, novembro 18, 2013

Velhos e Rasgados: Os Rótulos

Rótulos velhos, decadentes, rasgados. Rótulos de vinhos com história no Dão. Apesar de velhos, rasgados, decadentes e sumidos, os rótulos, foi visível a forte capacidade de evolução que estes vinhos possuem. Mesmo mal vestidos, tal maltrapilhos sem eira nem beira, estes vinhos dignificaram (muito bem) a mesa. 

Touriga Nacional & Alfrocheiro
Touriga Nacional 100%
Touriga Nacional 100%
Vinhos, perdoem-me eventuais exageros, destinados a serem contemplados com demoras e pouco adequados a quem prefere coisinhas do supermercado, de estilo imediato, de abordagem fácil e modernaça. Resta-me, por isso, dizer para não perderem tempo com isto. Façam o favor de beber o que gostam, que eu beberei, desmesuradamente, o que eu gosto. E ficaremos, deste modo, todos contentes.

sábado, novembro 16, 2013

1978

Olhava para a garrafa e pensava pra comigo: o que devo dizer? Sei lá. Não conseguia fixar-me no que tinha pela frente. Tinha a cabeça noutro lugar, noutros sítios. Não estava concentrado. Não estava e nem queria. Queria pensar, apenas, no que estava a pensar. E o que estava a pensar, apesar da garrafa, não estava ali. Estava noutro lugar, não muito distante, mas estava noutro sítio, noutra paragem.



E noutra paragem lá fiquei. Restou-me, por isso, continuar a beber o vinho, enquanto os outros, mais concentrados no que estavam a fazer, diziam mil e uma coisas sobre o vinho. Eu, porque não estava lá, apenas escutava, em silêncio. E bebia, pois claro.

quinta-feira, novembro 14, 2013

Bical&Cercial ou Cercial&Bical

São dois vinhos que marcaram um período. Duas castas que fizeram (ainda fazem?) dueto na altura. Dois vinhos que, passados catorze e treze anos respectivamente, surgiram no copo cheios de vida, irrequietos, a dizer que estão aí para as curvas. Dois vinhos que basicamente surpreenderam ou se calhar não. Não sei.



Para os interessados, para aqueles que gostam de saber o que se achou, poderei dizer-vos, sem grandes trolarós, que um (Quinta do Cabriz) apresentava-se intenso, com nervo e músculo, enquanto o outro (Quinta dos Roques) alinhava, antes, pela sensualidade, pela envolvência, pelo carácter mais critino e perfumado.



Mas independentemente de estilos, gostos ou inclinações, foram só mais dois vinhos brancos do Dão, de respeitável idade, que mostraram como é que é. Quanto ao resto, não interessa. Que se bebam.

segunda-feira, novembro 11, 2013

José Maria da Fonseca: A Visita

Está a tornar-se tradição a José Maria da Fonseca convidar para a sua mesa, para a sua borda, a pandilha de bloggers que se dedicam, à sua maneira, a falar de vinho ou de comida ou, ainda, de ambos. Não querendo, por que não quero, dissertar sobre a importância de tais plataformas, devo dizer, no entanto, que é uma atitude reveladora de enorme carinho.


Sejam Bem-Vindos.
Sem fim à vista. O que estará guardado?

E o que dizer mais? Foi mais uma excelente oportunidade para sentir, provar e conversar sobre alguns vinhos produzidos nesta casa.




A mesa dos comensais.

Deambulou-se por entre as amostras acabadas nascer na Colheita de 2013. Amostras de brancos (Verdejo, Verdelho, Sauvignon Blanc, Alvarinho e Viosinho) que permitiram indicar, apesar de imberbes, caminhos, pistas sobre o que poderão ser no futuro. Acima de tudo, um momento didáctico, de aprendizagem, de análise. Ainda assim, devo dizer que o Viosinho granjeou elogios gerais.

Areias.
Argilo-Calcário.
Argilo-Calcário.
Areias.

Aprende-se, sempre, um pouco mais, sendo que o professor, Domingos Soares Franco, contribui de forma vincada para a motivação dos alunos. É ouvir, escutar e assimilar.

Explicando.
DSF apresentando o cardápio.
Terminada a lição, passou-se para o recreio com a revisitação, em estado de contemplação, de alguns vinhos ícones: vinhos superlativos.

Um Branco de 2009 em 2013.
A Talha de Barro e a Grand Noir.
O Castelão e as Areias.
Um Clássico: A Grand Noir
Essência. Puro Elixir. 

E porque, por aqui, nada termina de qualquer maneira, caiu no copo, em jeito de apoteose, um viscoso, complexo lote de Moscatel de Setúbal Superior de 1975. Por isso, e por causa disso, abstenho-me de fazer qualquer comentário. Não seria digno. Que outros o façam.