sexta-feira, julho 05, 2013

Quinta do Gradil

Tenho a convicção, fundamentada apenas em supostos meramente pessoais, que a zona Oeste, a Estremadura ou Lisboa, como queiram, como desejem, pode ser um território de excelência para vinhos brancos. O seu clima (tendencialmente) atlântico, marítimo, ventoso, fresco e húmido torna, para mim, este dito espaço mais que adequado para arquitectura de vinhos de tez mais clara e mais perfumada. Há um conjunto de potencialidades que merece e deve ser explorado. Resta-me, por isso, apelar: do que estão à espera? Há interesse e creio que haverá aderência e sucesso. Metam as mãos à obra, que coisa começará a rolar.







Posto isto, e para não ficar desenquadrado com o que postulei anteriormente, atrevo-me a dizer que a Quinta do Gradil tem ou pelo menos revelou (muito) potencial. Os vinhos brancos surgem frescos, surgem perfumados, com personalidade e com sentido para existirem. Falta-lhes, quiçá, um niquinho de mais intensidade, de mais presença. É só um niquinho.

Post Scritpum: Os Vinhos foram oferecidos pelo Produtor.

2 comentários:

Regedor disse...

Caro Pingus,

destes três convidados qual foi o que mais apreciou?

Cumprimentos

Pingus Vinicus disse...

Viosinho.