sábado, janeiro 04, 2014

DRUIDA: O ENCRUZADO DOS CELTAS

Devemos assumir que há nomes bem esgalhados para determinados vinhos. E digam o que disserem, vociferem de forma que entenderem, mas nome e rótulo são importantes no acto da escolha. Talvez não devesse ser assim, mas é. Mas há remédio pra isso: gastem um pouco de tempo para pensar no nome e no rótulo, que a coisa é capaz de ajudar um pouco.


Feita a introdução, devo dizer-vos que sou um seguidor apaixonado da cultura celta, de tudo o que rodeia este povo que, segundo consta, também povoou o território de Portugal, principalmente nas regiões a norte do rio Tejo (digo eu). E este vinho com o nome de Druida alude, sem dúvida, ao imaginário celta: ao rei Artur, ao Viriato, a William Wallace, a Boudica, ao Astérix que também era celta.



A própria estória montada em redor deste vinho ajuda a aumentar, ainda bem que o faz, o desejo em consumi-lo, em bebê-lo, em conhecê-lo. E quem diz que uma boa estória não ajuda, perdoem-me, estará redondamente enganado. Será antes, perdoem-me mais uma vez, sinal de incompetência.


O vinho, tal poção mágica feita por tais homens sábios, é revigorante, profundamente elegante e, porque tinha que o ser, enigmático.

2 comentários:

afca disse...

e enigmático fica. lá terei, porque levo muito a sério quase tudo o que escreve, de o tentar...decifrar! Bom ano!

Pingus Vinicus disse...

Estimado afca, antes de mais bom ano para si! E não me leve tanto a sério :)