sábado, julho 26, 2014

Aliás ou de Outrora?

Não quero tecer grandes considerandos sobre o(s) vinho(s), isso é matéria que há muito abandonei. Deixei de ter paciência, tempo, disponibilidade mental para tal. Quero, antes de zarpar para férias, registar publicamente nesta tabanca de esquina, e para sempre, que gostei francamente deste vinho.


Gostei, por que gostei, porque gostei da imagem, do estilo, da sua suavidade desconcertante, pelo seu equilíbrio, pela sua finura de trato. Depois, e reforçando ainda mais, fiquei saudavelmente chocado pelo seu baixo nível de graduação alcoólica. Atrevo-me a dizer que é efectivamente um vinho de outrora, ao arrepio da actualidade. Terminada a garrafa, ainda penso no que bebi.


E se porventura algum de vocês não estiver de acordo comigo, como sempre, nas palavras que desenrolei à vossa frente, não se preocupem, não liguem. Pensem, em apenas, que são palavras de alguém despreocupado, desligado e desbragado, que bebe carregado de emoção e sentimentos, sejam eles bons, maus, alegres ou tristes. Não se esqueçam que tudo se resume a uma mera questão de opinião, de perspectiva, de pluralidade. De sim ou de não.

2 comentários:

Paulo Sousa disse...

Olá Pingas.
Sei que "... Não quero tecer grandes considerandos sobre o(s) vinho(s), isso é matéria que há muito abandonei.", mas tiveste oportunidade de provar o Quinta de La Rosa Reserva Tinto 2010?
E que tal?
Recomendarias a um amigo??
Obrigado

Pingus Vinicus disse...

OLá Paulo, desculpa, o atraso na minha resposta, mas as férias permitem-nos desligar um pouco.
Olha sou franco contigo, há muito tempo que não bebo um vinho de La Rosa, de qualquer forma, não teria qualquer problema em aconselhar a um amigo. É vinho com qualidade.
Um forte abraço e desculpa mais uma vez.