sexta-feira, janeiro 02, 2015

Sonhador

Em momentos da vida, julga-se que não se sonha mais. Claro que se sonha. Sonha-se escondido, sonha-se em silêncio. Negamos os sonhos, mas eles existem. E irão continuar a existir, queiramos ou não. Até no último dia, sonhamos.

Não conhecia. Tinha ouvido, apenas, falar. Gosto do rótulo, do nome. Aliás, foi por causa do nome, Sonhador, que comprei.
Não sei é por ser de dois mil e onze, talvez seja, mas este alvarinho pareceu-me distante, felizmente distante, daquelas exuberâncias maçadoras que muitos pares dele têm vindo a demonstrar. Está ou estava sério, seco, com sinais de evolução, mas longe de dizer que vai definhar para ou em breve. 
Dreamer, you know you are a dreamer
Well can you put your hands in your head, oh no!
I said dreamer, you're nothing but a dreamer
Well can you put your hands in your head, oh no!
I said: "far out- what a day, a year, a life it is!"
You know - well you know you had it comin' to you
Now there's not a lot i can do

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