segunda-feira, outubro 30, 2017

Epá! Quinta do Cardo Vinha do Castelo

Vou armar-me em conhecedor profundo. Nunca consegui dizer mundos e fundos de vinhos estreme de Tinta Roriz (salvo raríssimas excepções). Nunca lhes achei grande graça. Nunca me fizeram soltar qualquer ai de admiração ou reconhecimento. Nunca corri para comprar, acho eu, qualquer vinho que só tivesse Tinta Roriz. Sempre os achei pouco mais que porreiros (tirando um ou outro).


Epá, neste caso, a coisa é bem diferente, meus caros seguidores, amigos e desamigos. Aqui temos um vinho com uma profundidade que me deixou de queixo caído. Um vinho que fez arregalar os olhos, logo no primeiro trago. Repleto de cheiros cativantes, insinuantes e muito complexos. Um autêntico bouquet de sensações campestres. Na boca, a elegância, finesse e frescura primam sobre tudo.


Basicamente, meus caros, estive perante um vinho que adorei e pelo qual me apaixonei. E sem qualquer controle nas palavras, arrisco a dizer que estive perante um grande vinho. Independentemente se foi feito só com Tinta Roriz ou não.  Só não sei se vale 17, 18, 19 ou ainda 20 valores, mas isto fica para quem sabe do assunto à séria.

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