quarta-feira, julho 17, 2013

Quinta da Caldeirinha

Para vos entreter mais um pouco e usando um discurso ligeiro, leve, despretensioso e livre de qualquer manifesto organoléptico, hoje apetece-me dizer-vos que nutro algum carinho pelo outro lado da Beira. Aquela que chamam de Interior e que tempos esteve dividida entre Alta e Baixa. Nutro carinho, não por ser um conhecedor profundo dos seus vinhos, que não sou, mas porque existem pedaços desta terra aquém Serra que aparentemente possuem características muito semelhantes ao Dão e ao Douro. Palavras de quem sabe pouco e que atira muito para o ar.




E este Cabernet Sauvignon, nascido para os lados de Figueira de Castelo Rodrigo, e bebido algures no tempo, foi surpreendente surpresa (perdoem-me o pleonasmo). Vinho que possuía um conjunto de atributos identitários que geralmente reportam-nos para o que chamamos de vinho diferente. Ou porque, basicamente, naquele tal dia, marcou a diferença, captou as atenções e merecidamente foi aplaudido. É, ainda por cima, filho de um Deus menor

2 comentários:

Emilio disse...

Olá Rui,
Sabe que eu tinha a intençâo de visitar a Quinta há algum tempo. Fica perto da adega de uns amigos (Casa das Castas - Vale de Esgueva), e teria de aproveitar uma das minhas viágens a Portugal. Trata-se, acho, da única produtora com a especificaçâo de vinhos biológicos, ou ecológicos, ou como seja que se diz, na DOC Beira Interior.
Vejo que tens gostado o vinho. eles têm aínda mais outros monocastas, Roriz e TN, um "tricastas" e um VV que promete. E também fazem brancos e azeite. Poderá ser uma aposta interessante.
Abraço, amigo.

Pingus Vinicus disse...

Olá Emilio, efectivamente gostei do vinho e já fui dar uma vista de olhos pelo site do produtor (a). E reti os vinhos brancos.
Um forte abraço