terça-feira, fevereiro 16, 2016

Quinta dos Roques Bical

O acto de começar qualquer coisa está quase sempre coberto de muitas dúvidas, de muitas incertezas, de muito desconhecimento. A experiência, a repetição, o fazer e o desfazer contribuem para a evolução, para o melhoramento. Infelizes ou felizes daqueles que ficam satisfeitos com o que já têm, com o que fizeram logo no arranque. Ele não é mais que isso: o preâmbulo. 


É verdade que, também, olhamos para o primeiro, apesar das suas falhas, com carinho, com mais complacência, com tolerância. É normal que assim seja.
Mas também é inegável que o amadurecimento do conhecimento e da técnica contribuem para o melhoramento de qualquer coisa. Faz parte da evolução. 


E toda esta lengalenga serviu, apenas, para constatar ou assumir, preto no branco, que este Bical está bem mais interessante, bem mais conseguido, bem mais balanceado, bem equilibrado que a primeira colheita. O acto comparativo permite-nos chegar a esta pretensa conclusão. Apesar de estar ainda imberbe, os sinais que transmitiu foram francamente convincentes, levando-me a afirmar de forma desbocada que temos vinho.

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