O processo de escolha de um vinho, ou de outro produto qualquer, está sujeito a impulsos ou a decisões que são, na maior parte dos casos, (in)justificáveis. Decorrem, por vezes, de práticas do dia-a-dia, de actos mecanicamente repetidos. Depois, de somenos importância, surge o factor, quiçá, mais determinante na selecção: o valor pecuniário, que aliado à vontade acérrima que se tem em conhecer ou não, dita quase sempre o resultado final.
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| Foto retirada do adegga.com |
Por isso há vinhos que dificilmente irei beber, não encontrando, no âmago das minhas inúmeras contradições pessoais, qualquer justificação sustentada. Fica-se pelo porque sim ou porque não. :)

8 comentários:
Ás vezes chego a pensar e digo, porra porquê vinho... e vou e compro um pack de Duvel :)
E, já agora, o que é um Pack Duvel?
Bier!
Thanks J... pensei que fosse coisa mais estranha.
E não é isto mesmo uma das idiossincrasias do vinho: esta quase irracionalidade sentimental versus um qualquer pragmatismo diluído?
Claro que é! e Por isso é aind amais interessante:)
Da próxima vez que estiver contigo já te tramo. Levo uma destas para provares. Não te escapas.
Ehehehe.
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