
Entretanto, e a par da actividade hoteleira, este empreendimento turístico lançou para o mercado mais uma marca de vinhos. Uma trupe chamada: 3 POMARES.
Comecemos pelo 3 Pomares rosé 2006. Linha doce e frutada. Igual a outros rosés que vão inundando o mercado. Aliás, à medida que nos aproximamos da época quente saltarão cá para fora cada vez mais rosados. Tirando alguns casos pontuais, ainda não me convenceram.
Este, em particular, é indicado para acompanhar umas frutas e não pensar muito no qu
e está no copo. Aromas a morangos, groselhas, rebuçados bolas de neve e uma leve hortelã. Um vinho rosé mediano, que não oferece mais valias ao que já existe no mercado. De qualquer modo, ele anda por aí e ficam a conhecê-lo. Nota Pessoal: 11,5
O Branco, do mesmo ano do rosé (2006) mostrou mais personalidade, comportando-se de forma mais digna que o rosé, discutindo assuntos mais interessantes. Aromas com alguma delicadeza, onde o floral formava uma aliança coesa com o mineral. Foi evoluindo progressivamente para impressões a erva verde e folha de figueira (Penso sempre naqueles dias quentes em que o ar bate na cara, perfumado pela figueira, pelo figo, pela amendoeira). Na boca, estaladiço, crocante, muito fresco. Um branco bem feito e que merece uma prova atenta, muito atenta. Nota Pessoal: 15
Finalmente o tinto, de 2005, com aromas frutados e com muitas sugestões a drops. Leve presença vegetal. Directo e simples na abordagem. É o chamado vinho redondo, limpo, sem problemas. O exemplo de uma receita bem aplicada. Muitos consumidores irão gostar dele. Acima de tudo, um vinho honesto, sem grandes pretensões e ambições para o futuro (acho eu). Fiquei a conhecer e vocês também. Nota Pessoal: 13,5
Comecemos pelo 3 Pomares rosé 2006. Linha doce e frutada. Igual a outros rosés que vão inundando o mercado. Aliás, à medida que nos aproximamos da época quente saltarão cá para fora cada vez mais rosados. Tirando alguns casos pontuais, ainda não me convenceram.
Este, em particular, é indicado para acompanhar umas frutas e não pensar muito no qu

O Branco, do mesmo ano do rosé (2006) mostrou mais personalidade, comportando-se de forma mais digna que o rosé, discutindo assuntos mais interessantes. Aromas com alguma delicadeza, onde o floral formava uma aliança coesa com o mineral. Foi evoluindo progressivamente para impressões a erva verde e folha de figueira (Penso sempre naqueles dias quentes em que o ar bate na cara, perfumado pela figueira, pelo figo, pela amendoeira). Na boca, estaladiço, crocante, muito fresco. Um branco bem feito e que merece uma prova atenta, muito atenta. Nota Pessoal: 15

Assumidamente apreciei mais o branco. Bem conseguido. Os outros companheiros pautaram-se pela regularidade, pela mediania. Sem trazerem grandes novidades ao consumidor. Dito de outra forma, e mais correcta: Não me despertaram grande interesse.
Comentários
e os preços? É que se custarem 10 euros, pela apreciação que fazes são caros. Se custarem 3 ou 4 até poderão valer a pena, certo?
N.