
Desta vez, arrisquei com um Loureiro. Um Solar das Bouças 2005 que acompanhou despreocupadamente umas enguias grelhadas nas brasas. Peixe característico em Alcochete. Petisco popular no passado, iguaria no presente. Um branco fresco, com sugestões de lima e calda de fruta a dominarem o espectro aromático. Na boca, com amplitude mediana que satisfazia o suficiente. O chamado vinho honesto que cumpriu seu papel. Nota Pessoal: 13,5
Post Scriptum: Lembram-se do Muros Antigos Escolha do Anselmo Mendes? Um belo vinho que merece ser bebido até à última gota.
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