
Uma proposta vinda da VDS. Tuga 2006, um branco da Beira Interior. Aromas de rosto tropical eram apresentados em calda, sendo complementados com impressões a tangerina e laranja. Uma rápida, meio tímida, nota mineral tentava proporcionar algum alivio. Brigava para enriquecer, na medida do possível, o conjunto. O registo

Na boca pareceu-me, aparentemente, mais interessante. A presença de uma curiosa componente agridoce dava algum carácter ao vinho, estrutura, e um lado mais masculino. Não deixou de ser anacrónico. De qualquer modo, a insistência da calda de fruta, do doce, não o favoreceu. Pelo contrário. Nota Pessoal: 13,5
Post Scriptum: Um nome infeliz. Tuga!
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Abraços
Diego
Abraços