
O primeiro é possuidor de um estilo, de um traço, característico de um vinho típico do Dão (pelo menos é o que acho). Manifestava muitos apontamentos de pinheiro, de caruma, sempre com uma envolvência balsâmica muito presente. A fruta é silvestre. Tudo por cima de uma extensa cama de fetos e restolho. Termina com grão de café, bem vivo e
fresco. Numa intensidade média, equilibrada e aprumada. Na boca, o corpo possuía porte médio. A dupla taninos/acidez pediam um prato, algo para comer, para dialogar. Mastigavam-se sabores silvestres, balsâmicos. A baunilha e o tabaco encerravam a passagem pela boca. Nota Pessoal: 15
Post Scriptum 1: Foi provada a garrafa 2126 de 6600.
O Alfrocheiro de 2004 muda completamente a história. Cheio de modernidade. Atreveria-me a dizer que nada tinha que o identificasse com o Dão, com Portugal. Voluptuoso, car
Post Scriptum 1: Foi provada a garrafa 2126 de 6600.

Post Scriptum 2: Provei a garrafa 22 de 1480 exemplares que foram lançados para o mercado.
Comentários
ESTÁ DE PARABÉNS ESTE PRODUTOR, QUE PARA ALÉM DOS TAMBÉM MUÍSSIMO BEM CONSEGUIDOS ENCRUZADOS,FAZ UM TOURIGA NACIONAL DE SE LHE TIARAR O CHAPÉU.
BLACKO
Vinhos com enorme potencial.