
Referências sobre o produtor? Como sempre, andei pela rede a vasculhar informações sobre os responsáveis deste tinto. Se quiserem saber, saltem até aqui. No essencial, e de forma (muito) superficial, fiquei com a leve ideia que estava perante um produtor que trabalha vinhos na França e na Austrália.
Regressemos ao tinto em questão. Abre com fruta. Era (muito) evidente a sensação frutada. Cheguei a pensar que o iria colocar rapidamente de lado. Amainou, e ainda bem, por causa da frescura que foi saindo lá de dentro. Parecia (a frescura) ter uma certa inclinação para o vegetal. Tornou-se num fiel aliado. Conseguiu sustentar o temível peso da dita fruta. Depois, partindo do principio que irão perdoar-me os excessos, havia um odor, um cheiro, um aroma te
ndencialmente mineral. Achei curioso. Estava a enriquecer o vinho.
Por entremeio a força da fruta ressurgia, marcando o (seu) comportamento. Por ali ficou.
Os sabores eram frescos e frutados. Os taninos ofereciam uma leve secura às gengivas. A estrutura revelava interessante amplitude, com uma saborosa gordura. Sedoso. Final agradável.
Não é, para mim, um tinto do outro mundo. É, simplesmente, um vinho que veio de outra terra. Sabe bem, é guloso e pede sempre mais um gole. Se no rótulo não estivesse escrito Côtes-du-Rhône, diria que era de qualquer parte do mundo. Nota Pessoal: 14,5


Por entremeio a força da fruta ressurgia, marcando o (seu) comportamento. Por ali ficou.
Os sabores eram frescos e frutados. Os taninos ofereciam uma leve secura às gengivas. A estrutura revelava interessante amplitude, com uma saborosa gordura. Sedoso. Final agradável.
Não é, para mim, um tinto do outro mundo. É, simplesmente, um vinho que veio de outra terra. Sabe bem, é guloso e pede sempre mais um gole. Se no rótulo não estivesse escrito Côtes-du-Rhône, diria que era de qualquer parte do mundo. Nota Pessoal: 14,5
Comentários
O anónimo para não o chamar pelo nome, mostra uma enorme arrogância e igual falta de educação perante uma pessoa que se mostrou sincera e assume o seu desconhecimento perante um produtor e uma marca.
A tal honestidade, frontalidade e seriedade que o anónimo não tem no seu devido sítio para assinar com o seu nome.
É pena que dentro de toda a sua arrogância e pretenciosismo em mostrar aquilo que sabe (onde terá aprendido tanto ? será que nasceu ensinado ?) se esqueceu do mais importante, ter um pingo de educação e sentido pedagógico para informar quem de facto é o Sr. Chapoutier.
Assim que puder farei uma nota de prova sobre o Camilo Alves especialmente para si.
Caro Copod3 obrigado pelas palavras.
Já diversas vezes falámos sobre alguns anónimos que estão aparecer pelos nossos lados. Começa a ser muito curioso a forma como nos interpelam, não achas?
Mais uma vez peço: Não frequentem espaços que não gostem e principalmente não ofendam.
A única coisa que posso fazer é, com a devida vénia, subscrever as palavras do Copo de 3.
Um forte abraço
Penitencio-me, e peço imensa desculpa ao Pingus, ao Copo3 ao Gus e a todos os leitores deste blog que tem imenso valor e no qual o seu autor descreve bastante bem a sua opinião pelos vinhos.
Ontem não estava nos meus dias, e assim sendo reafirmo o meu pedido de desculpas com a continuação do vosso bom trabalho nos vossos blogs.
Abraço
Trouxe diferença, mais valias ? Ou encaraste apenas como mais um ?
Enquadras a quem nível dos vinhos em Portugal, algum exemplo que te recordes ?
Abraço
A ideia principal era tentar sacar qualquer coisa que trouxesse algo de novo, diferente. Que fosse um achado (Não é o que procuramos?)
Foi simplesmente mais um. Bem feito, muito frutado, com boa frescura (interessante) e guloso (muito). Um estilo universal. Poderia ser de qualquer parte do Mundo.
Abração