
É dito pelo enólogo que fazer vinhos tintos perto da barragem da Aguieira não é fácil, bem diferente, por exemplo, do planalto de Vila Nova de Tazem (Concelho de Gouveia). Acredito que sim. Cada vez que passo pela zona (Mortágua) nota-se que deve ser complicado trabalhar com aquela humidade, com os constantes nevoeiros.
Aromaticamente muito perfumado, pontificando muitas sensações a jardim, a campo. Os ares que circulam em volta do copo são frescos e
Os sabores mostraram uma postura fina e escorreita. Saboreou-se a hortelã, o mentol e a fruta. Voltou-se a sentir o perfume e a limpeza. Os taninos estão suaves e equilibrados. O final é levemente achocolatado, temperado por um pouco de pimenta (Só para dar um pequeno toque).
Um vinho que é para beber com atenção e concentração. Aposta na elegância.
Pela prova, não fiquei com a ideia que tinha estrutura para aguentar muitos anos. Dito de outra forma, fiquei com a ideia que dará mais prazer enquanto a juventude ditar as regras. Nota Pessoal: 16
Post Scriptum: Touriga Nacional (50%), Jaen, Trincadeira e Aragonês.
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