Em tempo em que a vontade para pensar, analisar e até sonhar começa a ser cada vez menos intensa e porque, segundo parece, o bom tempo quer roçar-nos com mais frequência e intensidade e porque sabe-se lá mais o quê, nada melhor que alimentar este estado de amorfismo com mais um branco. A partir daqui e até ao longínquo mês de Setembro, apenas há vontade para muito pouco ou quase nada.
Um branco que vem aumentar o vasto portefólio de João Portugal Ramos: um Loureiro temperado com uma nesga de Alvarinho e que cumpre o desiderato a que foi proposto: refrescar e aliviar os efeitos da canícula, a um preço perfeitamente aceitável. Bebe-se, com ou sem comida, e agrada. Costuma-se, por isso, dizer: está porreiro pá.
Post Scriptum: O Vinho foi oferecido pelo Produtor.
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