Publicamente assumi perante os responsáveis que o meu conhecimento sobre a
Real Companhia Velha (RCV) era, de alguma forma, reduzido. O que sabia assentava sobre diversos lugares comuns, mais ou menos sustentados.
 |
Quinta das Carvalhas |
 |
Quinta dos Aciprestes |
Resumindo, e sem prolongar-me com justificações desnecessárias, sabia que produziam o
Porca de Murça: o branco foi no passado uma opção de compra; o
Evel na versão Grande Reserva/Grande Escolha foi vinho que sempre apreciei e segui com atenção até há pouco tempo;
Quinta do Cidrô Chardonnay, por achar que era o perfeito exemplo de um vinho californiano; que também eram responsáveis pela
Quinta dos Aciprestes, que apesar de algumas provas bem sucedidas no passado, não nunca lhe dei muita importância.
Sabia, também, que a partir da colheita de 2000 a empresa lançou todos os anos para o mercado um Vintage. E que foram (e são) responsáveis pelo colheita tardia, eventualmente, mais bem sucedido de Portugal. Sabia, porque passei diversas vezes perto do seu portão, que a
Quinta das Carvalhas pertencia ao universo da RCV.
 |
Quinta do Síbio |
 |
Palácio do Cidrô |
 |
Quinta da Granja |
Por isso, e sem querer querer entrar em
discursos bajulativos, enaltecendo isto ou aquilo, a empresa não precisa que o faça, fica a percepção, após uma visita de três dias aos diversos pólos sob sua responsabilidade (um património vastíssimo e muito interessante), que existe forte vontade de todos os responsáveis para reposicionar todo o projecto, incrementando-lhe qualidade, valor acrescentado, tentando, desta forma, desmitificar alguns dos potenciais preconceitos que poderiam existir. A criação da gama Séries e Carvalhas, bem como a consolidação das marcas Quinta do Cidrô e Quinta dos Aciprestes são exemplo disso.
Comentários