Serve o presente para, em breves linhas, deixar registado preto no branco algumas considerações sobre este vinho branco.
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Colheita de 2013 |
Um vinho carregado de juventude, cheio de força, de energia e com uma grande profundidade. Pareceu-me que teria enorme capacidade para evoluir no tempo, mostrando-me que o devia ter guardado para (bem) mais tarde. Iria, julgo, ganhar de forma exponencial. Mas as pressas.
Contudo e apesar do (enorme) arrependimento, a porra da gula domina-me, assumo com todas as letras e sem qualquer pudor que estava perante uma grande vinho branco do Douro. Uma abordagem que aposta essencialmente, pareceu-me, na frescura, uns dirão acidez, no profícuo carácter vegetal e mineral, relegando para plano subalterno a fruta. A que existe é essencialmente de aparência verde, ácida e cítrica. Um vinho que não será para todos, tal é o (feliz) desvio à norma.
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